Alerta: PLC 122 pode ser votado na próxima semana. Veja as cenas que desmascaram de vez a intenção dos Gayzistas.

Alerta: PLC 122 pode ser votado na próxima semana

 

Julio Severo

 

O relator do projeto que define como crime e estabelece punições para a discriminação ou preconceito por causa de “orientação sexual” e “identidade de gênero,” senador Paulo Paim (PT-RS), disse hoje (28 de novembro de 2013) que o PLC 122/2006 pode ser votada na próxima reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

 

“Pode ser votado na semana que vem. Não há motivo algum para que não seja votado na semana que vem,” declarou ele.

 

O senador foi informado de que ativistas e grupos homossexuais entregaram uma carta ao Senado em que protestam contra mais um adiamento na votação do PLC 122, a qual estava marcada para a semana passada. Na carta, eles pediram energicamente a aprovação do projeto.

 

O projeto, já aprovado na Câmara dos Deputados, e que aguarda aprovação no Senado desde 2006, muda a lei que define os crimes resultantes de preconceito (Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989) e o Código Penal. De acordo com o PLC 122, um cidadão brasileiro poderá ser punido com até cinco anos de prisão por preconceito de gênero ou de orientação sexual.

 

Há ainda penas para quem impedir ou restringir a manifestação de “afetividade” de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.

 

Qualquer que seja o entendimento que os cristãos tenham sobre o novo PLC 122 “protegendo” os espaços religiosos, é a interpretação do autor que vale. O site homossexual A Capa, com exclusividade, mostrou como o senador petista interpreta essa “proteção.” Segundo A Capa, Paim disse:

 

“Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”

 

É uma mudança não muito diferente da mudança proposta por Marta Suplicy dois anos atrás, conforme registrado neste vídeo:http://youtu.be/jIOOE0n2V5g

 

De acordo com Paim e Suplicy, os cristãos terão liberdade de opinar contra o homossexualismo e até de defender o casamento entre homem e mulher — mas só poderão dizer isso DENTRO das igrejas.

 

Enquanto os militantes gays terão liberdade de dizer e fazer o que quiserem em todo e qualquer lugar FORA das igrejas, os cristãos estarão totalmente impedidos FORA das igrejas e, se quiserem se expressar, deverão ir a um templo religioso para desabafar o que pensam.

 

A defesa do casamento entre homem e mulher será varrida dos lugares públicos, sendo confinada aos espaços estritamente religiosos.

 

Os templos religiosos, de acordo com Paim e Suplicy, funcionarão como guetos da liberdade de expressão dos cristãos. Fora dos guetos, o silêncio será obrigatório para os cristãos que são contra as práticas homossexuais e a favor do casamento conforme Deus criou. Fora dos guetos, só cristãos esquerdistas pró-sodomia é que terão liberdade de falar o que quiserem.

 

Ao site A Capa, Paim acabou mostrando que o PLC 122 continua um projeto de ditadura gay.

 

Manifeste o seu protesto contra o PLC 122 ligando para o Senado Federal, neste número gratuito:

 

0800 61 22 11

 

Para ter todos os e-mails e telefones dos senadores, clique aqui.

 

 

Com informação da Agência Senado.

 

 

Leitura recomendada:

 

 

 

 

 

 

 

 

E porque o PLC 122 é tão preocupante? Veja a postagem abaixo e descubra.Se eles aprovarem, isso será legalizado no Brasil na frente das Igrejas Católicas e Evangélicas e ninguém poderá dizer nada. 

 

Perdoem as cenas. Tirem as crianças da sala. Vejam o que os Gayzistas querem trazer para o Brasil.

 

 

Peço a todos os pais de família que nos acompanham que nos perdoem. Somos obrigados a publicar essas cenas grotescas e deprimentes afim de que você saiba o que realmente está por trás da Agenda Gayzista. Não há dúvida que há uma parcela insignificante de homossexuais que não concordam com isso, e por esta mesma razão são ignorados pelos LGBT. Agora imaginem crianças adotadas por esses seres irresponsáveis e imorais. Pense se os tais que querem “Casamento” pretendem ser fiéis a alguém, senão a coletividade gaypara a qual, estarão disponíveis a qualquer hora do dia e da noite.

Isso que os senhores passarão a ver agora, será trazido para o Brasil pelo atual movimento gayzista. Lutem, reajam ou será tarde demais. Por isso a Russia proibiu por 100 anos asParadas Gays em seu território e agora entendemos porque. E pela mesma razão, sabemos que os EUA serão destruídos pela Ira de Deus. 

É contra isso que lutam Pr. Silas Malafaia, Dep. Jair Bolsonaro, Dep. Marco Feliciano, Sen. Magno Malta e tantos outros, apoiados pela UNIDEFAN. Não esqueçam que os donos do Facebook, que são os maiores Ativistas Gays do mundo, moram nesta região. Eles bloqueiam conteúdo Cristão – Como meu perfil que já foi bloqueado por 8 vezes por lhes denunciar – Mas, permitem conteúdo Pedófilo. Merecem respeito esses monstros? Acordem senhoras e senhores, estamos em guerra. 

2008, California – EUA. Clickem aqui para ver a matéria no site original.

 

 
Right off the bat, I noticed a big change from last year: Whereas at the 2007 Folsom Street Fair the beer booths all had big banners that said “Miller” and “MGD,”, this year at Up Your Alley the banners simply said “Ice Cold Beer” with no corporate branding at all. And for a brief moment I thought that Miller had indeed dropped its sponsorship of the fairs. 

 
But when I got closer, I realized I was mistaken. Turns out that Miller was still involved in the fair, since companies are not granted the beer concession without being sponsors. And Miller Beer was still being sold. The difference was that this year they toned down their visible presence at the fair. They didn’t withdraw their sponsorship — they just made it less obvious. Which must have been a difficult decision for the company’s marketing department: The whole point behind sponsoring events like these is to get the opportunity for all the free adverstising and branding, by slapping your logo as big as possible throughout the event. But now, the big logo-banners were removed, and the only branding was on the small price-list sign. 

But wait — what are all those other beers doing there? Could it be that Miller is not sponsoring the fair after all, and that it is simply one of many competing brands for sale? 

A quick bit of research revealed the truth: Every single one of the beers offered for sale at the fair were in fact brands owned by Miller. 

First of all, Miller Beer was bought by a multinational corporation and is now called SABMiller, and is based in London, not the US. Secondly, SABMiller owns dozens of other brands as well, including (as seen on the sign above) Pilsner Urquell and Leinenkugel’s (which I’d never heard of before). 

Other signs showed Foster’s lager being for sale, but it turns out SABMiller owns the rights to Foster’s as well

So, despite the apparent wide variety of different beers being offered, they’re still basically all Miller products. 

 
Scenes like this are why Miller decided to tone down its corporate branding. In previous years, this “San Francisco handshake” would have featured a big Miller logo on the banner in the background (instead of the tiny Miller logo visible on the price list). In fact, I think it was photos like this from my previous report that convinced Miller to remove its oversized branding from the Folsom events. 

But there’s no question that they remain sponsors: On Folsom Street Events’ own website, Miller is listed as a “Presenting Sponsor,” which is the highest level of sponsorship. 

 
Furthermore, Miller decided to remove its logos from the beer cups as well, to forestall any more embarrassing photos like this one would have been. (Again, last year, I had several photos of Miiler Beer cups in embarrassing situations

 
But I don’t think SABMiller is going to cave in to any further pressure to withdraw their sponsorship. After all, not only do they sponsor the Folsom Street Fair and the Up Your Alley Fair, but they also sponsor the much more extreme, paid-admission adults-only “Bay of Pigs” party, which I’m quite sure makes the public fairs look tame by comparison. If SABMiller has no qualms about events like that, then they certainly aren’t going to be scared off of the street fairs. Furthermore, Folsom Street Events issued a press release saying they weren’t going to allow the pressure from religious groups to dissaude them in any way, and that they’d fight to keep their sponsors. 


So, I’d confirmed that Miller was still a main sponsor of the fair, and had exclusive rights to the beer concession. That answered my first question. But what about the next question on my list: Had the sexually explicit nature of the Folsom events been toned down at all from the previous year? Time to find out. 

Wall-to-Wall Humanity 

 
I’m posting this picture not because it shows anything interesting, but rather just to set the scene for what is to follow. The fair was packed. Wall-to-wall humanity for about three or four solid blocks. 

 
There was absolutely no privacy anywhere, no out-of-the-way corner to hide. Just keep that in mind as you view the rest of the report. Everything shown in the following pictures happened in the midst of this crowd, not in a private area. 

And remember that this fair is completely free, and open to the public without any admission charge, and is held on public city streets. 

Oh, and this is your absolute last chance to turn back. Ready? 

Total Toilet Pig 

 
Shortly after arriving, I encountered my first evidence that the Up Your Alley Fair deserved its reputation. In plain view on the public sidewalk, a man in a helmet was performing oral sex on two men simultaneously, while just a few feet away two other men were going at it hot and heavy. 

 
The man in the helmet had the words “Total Toilet Pig” written on his back, and a cup bearing the phrase “Got Piss?” which obliging passersby had partly filled with urine. 

 
A man with a “FUCK” belt-buckle (and not much else) loomed close with his penis. Did he want a blowjob? As it turns out — no. He had other things in mind. 

 
He let loose a stream of urine onto Total Toilet Pig’s neck. 

 
He proceeded to give Total Toilet Pig a good soaking. Notice the color difference between his cup of beer and the liquid in Total Toilet Pig’s cup, confirming my suspicion that it was in fact urine. 

 
Total Toilet Pig didn’t seem to mind. In fact, it looked like he was enjoying it — after all, he was a total toilet pig. 

 
It was only after the stream of urine started to get all wobbly, spraying this way and that, that I realized I had leaned in rather too close in pursuit of the perfect picture, so I quickly backed up to avoid becoming an accidental total toilet pig myself. 

 
I should have known this was on the agenda. When FUCK’s piss had slowed to a dribble, Total Toilet Pig turned and gave him a good cleaning. 

 
Afterwards, as a digestif, Total Toilet Pig savored his cup of anonymous urine. 

Whew! That was heavy. Time for some comic relief. 

Hallelujah, It’s Raining (Se)Men 

On Dore Alley itself (the street after which the fair was originally named — The Dore Alley Fair), a window overlooked the crowd below. 

As I was walking past, a naked man appeared in the window and began masturbating. Hundreds of people on the street below took notice and gave him whoops of encouragement. 

 
This public attention made him more and more excited and before long he began to ejaculate out the window. 

I provide this close-up to prove, beyond any doubt, that he was indeed ejaculating onto the people on the sidewalk below. 

Semen was raining down. 

Spurt after spurt flew out of the window. I instinctively took a step back, but in truth I was too far away to get hit. 

The crowd went wild. They cheered through his entire orgasm. The weirdest part of all was that he seemed to keep his eyes open the whole time. 

Again, another close-up for the Doubting Thomases. 

As it came to a close, the window sill was dripping semen. 

 
After he was done and retreated inside after waving to his fans, another man looked out of the window to see who had gotten splattered (luckily, not me). 

Where Were the Police? 

After my Folsom Street Fair report last year, the question I got asked most often was: Where were the police? Isn’t public sex illegal in San Francisco? In order to stave off a similar barrage of questions this time around, I present the following pictures. 

 
The police were there. You can see them at the upper left in this picture. Mostly they seemed to stay on the periphery. 

 
There were several entrances to the fair, and a few police were stationed at most of them (though the one I entered through was unmanned). Here are three cops at a popular entrance on Folsom Street. 

 
But in no case did I see any actual policemen inside the fair area (several city blocks). The closest I saw any cop to being “in” the fair was this one who stood about two feet inside the entrance. 

 
Mostly they just stood around impassively. They didn’t even react to the many people there who wore faux police uniforms (such as the guy in the foreground). 

I can only assume that the police were on order to not interfere witht the goings-on inside the fair area, however illegal they might otherwise be. Some of the sex acts shown on this page were within plain sight of policemen loitering nearby. Is it city policy to allow a temporary “law-free zone” inside the Up Your Alley and Folsom Street fairs? I don’t know. But it sure seems that way. 

 
These guys were humping right up against a barrier that the police had installed earlier. 

Feeling Horny 

 
Right in the center of the street, a guy with devil horns was getting a frenzied blow job from a guy with a shaved head. They quickly drew a crowd of shutterbugs. 

 
Some light testicle torture was next on the agenda. 

 
Then he took matters into his own hands and pressed the guy’s face into his crotch as far as it would go. 

 
Sausage, anyone? 

Orgasm Dude 

 
I happened upon this five-way encounter: three guys performing oral sex on two recipients. 

 
Someone with a “Beer Nuts” hat walked by at that very moment — especially appropriate considering the next image below. 

 
Suddenly, the man on the left started having a very vocal and very obvious orgasm. 

 
Orgasm Dude moaned and groaned as everyone turned to look. 

 
The man on the receiving end did his best to swallow at first… 

But he then allowed the rest of the ejaculation to roam free in the open air. 

 
Here’s a close-up from the previous photo, to dispel any doubts about what was going on. 

He finished the job by hand. 

 
A final close-up for those those who still cling to thoughts of “This can’t possibly be happening in public.” 

 
The human face can be so expressive. 

  
The guy to Orgasm Dude’s right reached for his penis… 

 
…and slurped up any leftovers. 

 
And where were the police during all this? Why, right next door! Smoking a big cigar. (Note: Fetish costume. Not actual police uniform.) 

 
Many of the beneficiaries from the fair’s vendor proceeds were AIDS-related organizations. And various AIDS-themed booths were stationed around the fair — such as the San Francisco AIDS Foundation seen here on the left. And yet, right next door was another booth unapologetically selling “barebacking” porn videos. Since barebacking (having sex without a condom) is considered a major factor in the spread of AIDS in the gay community, one wonders if anyone noticed the inconsistency of the message. And considering that I did not see a single condom being used all day in any of the sexual encounters I witnessed, I doubted the efficacy of holding a fair like this to raise money for AIDS groups. It was almost like hosting a Gamblers Anonymous convention in a casino. 

Crotch-cam 

So much was happening so fast that I quickly became overwhelmed. Every time I paused to take a picture of some scene, I would notice out of the corner of my eye three other photo opportunities slipping away. Furthermore, a lot of the action seemed to be going on at crotch level, which wasn’t always clearly visible from normal camera-taking heights, in the crush of the crowd. Because of these factors, I eventually decided to set the camera shutter on “auto-repeat,” let my hand (holding the camera) dangle down by my hip, and just snap away at random as I passed through the crowd, without really seeing what I was photographing. It was only later, after I uploaded the pictures at home, did I browse through these “crotch-cam” shots to see what I captured. Most of them were blurry and at odd angles, but they did present an interesting view of the Up Your Alley Fair from crotch level. And so I present for you here, without captions, a selection of crotch-cam highlights, snapped at random: 

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 
Hernia sufferer or practitioner of scrotal inflation? Only his doctor knows for sure. 

Piss Cop 

 
Hello, what’s this? A man seems to be urinating on someone’s leg. 

 
Why, he’s a New York City policeman. Or at least he’s dressed like one. 

 
Something seemed odd about the way the urine was coming out of his penis — it didn’t shoot out completely straight, but emerged in three seperate streams or dribbles. I went in for a closer look. 

 
Turns out the Piss Cop was a practitioner of a mild form of genital splitting, in which the urethra is cut open along the underside of the glans or penis. 

 
I didn’t notice until after looking at these pictures later that the man on the right already had urine-soaked pants from a previous incident (on the insides of his legs). 

 
I suppose his fetish must be “letting people walk up and piss on me.” 

Put the Bone In 

More window action: A naked guy (possibly the same one we saw earlier, or not — I couldn’t tell) appeared at a window overlooking the crowd holding a plastic bone in his hand. Can you guess where it’s headed? 

He probed for an opening. The crowd below shouted encouragements. 

 
This guy really takes the expression “getting boned” literally. 

Successful insertion was followed by some vigorous wanking. 

Windows 3.0 

In yet a third defenestration from the same building, a short time later another man ejaculated (or at least tried to ejaculate) out the window onto the crowd below, as partiers on a nearby balcony watched. I was pretty far away at the time, and took this photo with a zoom lens, so I couldn’t see exactly how things turned out, sperm-wise. 

 
And just to prove that this wasn’t some out-of-the-way corner with no one around: As you can see from this shot, the street below the windows was packed solid with people. 

Pleased to Meet You 

 
One of my “crotch-cam” shots captured the moment when one man walked up to another and introduced himself by bending down and…well, the picture explains it better than I ever could. I was standing just inches away when it happened. 

 
I stepped back and raised the camera to see what would happen next. The two new friends then engaged in a more traditional “San Francisco handshake.” 

 
After this introduction, he went down on his knees and got to business. 

Notice the sign for the beer booth in the background. In previous years, it would have said “MILLER BEER,” leading to some unfortunate photo opportunities (unfortunate from Miller’s perspective). They were wise to tone down the visibility of their sponsorship. 

Other photographers got interested as the action got hot and heavy. 

 
After a while, the recipient emitted some noises that seemed to indicate he was starting to have an orgasm. He raised his bag to block his face while this was happening. 

 
Luckily, in this case, the ejaculation remained well-contained inside a bodily orifice. 

If only more people followed your lead, I wouldn’t have to keep dodging out of the way of these precious bodily fluids! 

 
A parting kiss before we go on to Part 2… 


Click here to continue on and see Part 2 of this report.

 

 

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A Postagem que abalou o Movimento Gay, sobre o PLC 122 que voltará a ser votado no Senado esta semana. Alerta Pastores e Padres!!!

28 de novembro de 2013

Alerta: PLC 122 pode ser votado na próxima semana

Alerta: PLC 122 pode ser votado na próxima semana

Julio Severo
O relator do projeto que define como crime e estabelece punições para a discriminação ou preconceito por causa de “orientação sexual” e “identidade de gênero,” senador Paulo Paim (PT-RS), disse hoje (28 de novembro de 2013) que o PLC 122/2006 pode ser votada na próxima reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

“Pode ser votado na semana que vem. Não há motivo algum para que não seja votado na semana que vem,” declarou ele.

O senador foi informado de que ativistas e grupos homossexuais entregaram uma carta ao Senado em que protestam contra mais um adiamento na votação do PLC 122, a qual estava marcada para a semana passada. Na carta, eles pediram energicamente a aprovação do projeto.
O projeto, já aprovado na Câmara dos Deputados, e que aguarda aprovação no Senado desde 2006, muda a lei que define os crimes resultantes de preconceito (Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989) e o Código Penal. De acordo com o PLC 122, um cidadão brasileiro poderá ser punido com até cinco anos de prisão por preconceito de gênero ou de orientação sexual.
Há ainda penas para quem impedir ou restringir a manifestação de “afetividade” de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.
Qualquer que seja o entendimento que os cristãos tenham sobre o novo PLC 122 “protegendo” os espaços religiosos, é a interpretação do autor que vale. O site homossexual A Capa, com exclusividade, mostrou como o senador petista interpreta essa “proteção.” Segundo A Capa, Paim disse:
“Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”
É uma mudança não muito diferente da mudança proposta por Marta Suplicy dois anos atrás, conforme registrado neste vídeo:http://youtu.be/jIOOE0n2V5g
De acordo com Paim e Suplicy, os cristãos terão liberdade de opinar contra o homossexualismo e até de defender o casamento entre homem e mulher — mas só poderão dizer isso DENTRO das igrejas.
Enquanto os militantes gays terão liberdade de dizer e fazer o que quiserem em todo e qualquer lugar FORA das igrejas, os cristãos estarão totalmente impedidos FORA das igrejas e, se quiserem se expressar, deverão ir a um templo religioso para desabafar o que pensam.
A defesa do casamento entre homem e mulher será varrida dos lugares públicos, sendo confinada aos espaços estritamente religiosos.
Os templos religiosos, de acordo com Paim e Suplicy, funcionarão como guetos da liberdade de expressão dos cristãos. Fora dos guetos, o silêncio será obrigatório para os cristãos que são contra as práticas homossexuais e a favor do casamento conforme Deus criou. Fora dos guetos, só cristãos esquerdistas pró-sodomia é que terão liberdade de falar o que quiserem.
Ao site A Capa, Paim acabou mostrando que o PLC 122 continua um projeto de ditadura gay.
Manifeste o seu protesto contra o PLC 122 ligando para o Senado Federal, neste número gratuito:
0800 61 22 11
Para ter todos os e-mails e telefones dos senadores, clique aqui.
Com informação da Agência Senado.
Leitura recomendada:
E porque o PLC 122 é tão preocupante? Veja a postagem abaixo e descubra.Se eles aprovarem, isso será legalizado no Brasil na frente das Igrejas Católicas e Evangélicas e ninguém poderá dizer nada. 

Perdoem as cenas. Tirem as crianças da sala. Vejam o que os Gayzistas querem trazer para o Brasil.

Peço a todos os pais de família que nos acompanham que nos perdoem. Somos obrigados a publicar essas cenas grotescas e deprimentes afim de que você saiba o que realmente está por trás da Agenda Gayzista. Não há dúvida que há uma parcela insignificante de homossexuais que não concordam com isso, e por esta mesma razão são ignorados pelos LGBT. Agora imaginem crianças adotadas por esses seres irresponsáveis e imorais. Pense se os tais que querem “Casamento” pretendem ser fiéis a alguém, senão a coletividade gaypara a qual, estarão disponíveis a qualquer hora do dia e da noite.

Isso que os senhores passarão a ver agora, será trazido para o Brasil pelo atual movimento gayzista. Lutem, reajam ou será tarde demais. Por isso a Russia proibiu por 100 anos asParadas Gays em seu território e agora entendemos porque. E pela mesma razão, sabemos que os EUA serão destruídos pela Ira de Deus. 

É contra isso que lutam Pr. Silas Malafaia, Dep. Jair Bolsonaro, Dep. Marco Feliciano, Sen. Magno Malta e tantos outros, apoiados pela UNIDEFAN. Não esqueçam que os donos do Facebook, que são os maiores Ativistas Gays do mundo, moram nesta região. Eles bloqueiam conteúdo Cristão – Como meu perfil que já foi bloqueado por 8 vezes por lhes denunciar – Mas, permitem conteúdo Pedófilo. Merecem respeito esses monstros? Acordem senhoras e senhores, estamos em guerra. 

2008, California – EUA. Clickem aqui para ver a matéria no site original.




 
Right off the bat, I noticed a big change from last year: Whereas at the 2007 Folsom Street Fair the beer booths all had big banners that said “Miller” and “MGD,”, this year at Up Your Alley the banners simply said “Ice Cold Beer” with no corporate branding at all. And for a brief moment I thought that Miller had indeed dropped its sponsorship of the fairs. 

 
But when I got closer, I realized I was mistaken. Turns out that Miller was still involved in the fair, since companies are not granted the beer concession without being sponsors. And Miller Beer was still being sold. The difference was that this year they toned down their visible presence at the fair. They didn’t withdraw their sponsorship — they just made it less obvious. Which must have been a difficult decision for the company’s marketing department: The whole point behind sponsoring events like these is to get the opportunity for all the free adverstising and branding, by slapping your logo as big as possible throughout the event. But now, the big logo-banners were removed, and the only branding was on the small price-list sign. 

But wait — what are all those other beers doing there? Could it be that Miller is not sponsoring the fair after all, and that it is simply one of many competing brands for sale? 

A quick bit of research revealed the truth: Every single one of the beers offered for sale at the fair were in fact brands owned by Miller. 

First of all, Miller Beer was bought by a multinational corporation and is now called SABMiller, and is based in London, not the US. Secondly, SABMiller owns dozens of other brands as well, including (as seen on the sign above) Pilsner Urquell and Leinenkugel’s (which I’d never heard of before). 

Other signs showed Foster’s lager being for sale, but it turns out SABMiller owns the rights to Foster’s as well

So, despite the apparent wide variety of different beers being offered, they’re still basically all Miller products. 

 
Scenes like this are why Miller decided to tone down its corporate branding. In previous years, this “San Francisco handshake” would have featured a big Miller logo on the banner in the background (instead of the tiny Miller logo visible on the price list). In fact, I think it was photos like this from my previous report that convinced Miller to remove its oversized branding from the Folsom events. 

But there’s no question that they remain sponsors: On Folsom Street Events’ own website, Miller is listed as a “Presenting Sponsor,” which is the highest level of sponsorship. 

 
Furthermore, Miller decided to remove its logos from the beer cups as well, to forestall any more embarrassing photos like this one would have been. (Again, last year, I had several photos of Miiler Beer cups in embarrassing situations

 
But I don’t think SABMiller is going to cave in to any further pressure to withdraw their sponsorship. After all, not only do they sponsor the Folsom Street Fair and the Up Your Alley Fair, but they also sponsor the much more extreme, paid-admission adults-only “Bay of Pigs” party, which I’m quite sure makes the public fairs look tame by comparison. If SABMiller has no qualms about events like that, then they certainly aren’t going to be scared off of the street fairs. Furthermore, Folsom Street Events issued a press release saying they weren’t going to allow the pressure from religious groups to dissaude them in any way, and that they’d fight to keep their sponsors. 


So, I’d confirmed that Miller was still a main sponsor of the fair, and had exclusive rights to the beer concession. That answered my first question. But what about the next question on my list: Had the sexually explicit nature of the Folsom events been toned down at all from the previous year? Time to find out. 

Wall-to-Wall Humanity 

 
I’m posting this picture not because it shows anything interesting, but rather just to set the scene for what is to follow. The fair was packed. Wall-to-wall humanity for about three or four solid blocks. 

 
There was absolutely no privacy anywhere, no out-of-the-way corner to hide. Just keep that in mind as you view the rest of the report. Everything shown in the following pictures happened in the midst of this crowd, not in a private area. 

And remember that this fair is completely free, and open to the public without any admission charge, and is held on public city streets. 

Oh, and this is your absolute last chance to turn back. Ready? 

Total Toilet Pig 

 
Shortly after arriving, I encountered my first evidence that the Up Your Alley Fair deserved its reputation. In plain view on the public sidewalk, a man in a helmet was performing oral sex on two men simultaneously, while just a few feet away two other men were going at it hot and heavy. 

 
The man in the helmet had the words “Total Toilet Pig” written on his back, and a cup bearing the phrase “Got Piss?” which obliging passersby had partly filled with urine. 

 
A man with a “FUCK” belt-buckle (and not much else) loomed close with his penis. Did he want a blowjob? As it turns out — no. He had other things in mind. 

 
He let loose a stream of urine onto Total Toilet Pig’s neck. 

 
He proceeded to give Total Toilet Pig a good soaking. Notice the color difference between his cup of beer and the liquid in Total Toilet Pig’s cup, confirming my suspicion that it was in fact urine. 

 
Total Toilet Pig didn’t seem to mind. In fact, it looked like he was enjoying it — after all, he was a total toilet pig. 

 
It was only after the stream of urine started to get all wobbly, spraying this way and that, that I realized I had leaned in rather too close in pursuit of the perfect picture, so I quickly backed up to avoid becoming an accidental total toilet pig myself. 

 
I should have known this was on the agenda. When FUCK’s piss had slowed to a dribble, Total Toilet Pig turned and gave him a good cleaning. 

 
Afterwards, as a digestif, Total Toilet Pig savored his cup of anonymous urine. 

Whew! That was heavy. Time for some comic relief. 

Hallelujah, It’s Raining (Se)Men 

On Dore Alley itself (the street after which the fair was originally named — The Dore Alley Fair), a window overlooked the crowd below. 

As I was walking past, a naked man appeared in the window and began masturbating. Hundreds of people on the street below took notice and gave him whoops of encouragement. 

 
This public attention made him more and more excited and before long he began to ejaculate out the window. 

I provide this close-up to prove, beyond any doubt, that he was indeed ejaculating onto the people on the sidewalk below. 

Semen was raining down. 

Spurt after spurt flew out of the window. I instinctively took a step back, but in truth I was too far away to get hit. 

The crowd went wild. They cheered through his entire orgasm. The weirdest part of all was that he seemed to keep his eyes open the whole time. 

Again, another close-up for the Doubting Thomases. 

As it came to a close, the window sill was dripping semen. 

 
After he was done and retreated inside after waving to his fans, another man looked out of the window to see who had gotten splattered (luckily, not me). 

Where Were the Police? 

After my Folsom Street Fair report last year, the question I got asked most often was: Where were the police? Isn’t public sex illegal in San Francisco? In order to stave off a similar barrage of questions this time around, I present the following pictures. 

 
The police were there. You can see them at the upper left in this picture. Mostly they seemed to stay on the periphery. 

 
There were several entrances to the fair, and a few police were stationed at most of them (though the one I entered through was unmanned). Here are three cops at a popular entrance on Folsom Street. 

 
But in no case did I see any actual policemen inside the fair area (several city blocks). The closest I saw any cop to being “in” the fair was this one who stood about two feet inside the entrance. 

 
Mostly they just stood around impassively. They didn’t even react to the many people there who wore faux police uniforms (such as the guy in the foreground). 

I can only assume that the police were on order to not interfere witht the goings-on inside the fair area, however illegal they might otherwise be. Some of the sex acts shown on this page were within plain sight of policemen loitering nearby. Is it city policy to allow a temporary “law-free zone” inside the Up Your Alley and Folsom Street fairs? I don’t know. But it sure seems that way. 

 
These guys were humping right up against a barrier that the police had installed earlier. 

Feeling Horny 

 
Right in the center of the street, a guy with devil horns was getting a frenzied blow job from a guy with a shaved head. They quickly drew a crowd of shutterbugs. 

 
Some light testicle torture was next on the agenda. 

 
Then he took matters into his own hands and pressed the guy’s face into his crotch as far as it would go. 

 
Sausage, anyone? 

Orgasm Dude 

 
I happened upon this five-way encounter: three guys performing oral sex on two recipients. 

 
Someone with a “Beer Nuts” hat walked by at that very moment — especially appropriate considering the next image below. 

 
Suddenly, the man on the left started having a very vocal and very obvious orgasm. 

 
Orgasm Dude moaned and groaned as everyone turned to look. 

 
The man on the receiving end did his best to swallow at first… 

But he then allowed the rest of the ejaculation to roam free in the open air. 

 
Here’s a close-up from the previous photo, to dispel any doubts about what was going on. 

He finished the job by hand. 

 
A final close-up for those those who still cling to thoughts of “This can’t possibly be happening in public.” 

 
The human face can be so expressive. 

  
The guy to Orgasm Dude’s right reached for his penis… 

 
…and slurped up any leftovers. 

 
And where were the police during all this? Why, right next door! Smoking a big cigar. (Note: Fetish costume. Not actual police uniform.) 

 
Many of the beneficiaries from the fair’s vendor proceeds were AIDS-related organizations. And various AIDS-themed booths were stationed around the fair — such as the San Francisco AIDS Foundation seen here on the left. And yet, right next door was another booth unapologetically selling “barebacking” porn videos. Since barebacking (having sex without a condom) is considered a major factor in the spread of AIDS in the gay community, one wonders if anyone noticed the inconsistency of the message. And considering that I did not see a single condom being used all day in any of the sexual encounters I witnessed, I doubted the efficacy of holding a fair like this to raise money for AIDS groups. It was almost like hosting a Gamblers Anonymous convention in a casino. 

Crotch-cam 

So much was happening so fast that I quickly became overwhelmed. Every time I paused to take a picture of some scene, I would notice out of the corner of my eye three other photo opportunities slipping away. Furthermore, a lot of the action seemed to be going on at crotch level, which wasn’t always clearly visible from normal camera-taking heights, in the crush of the crowd. Because of these factors, I eventually decided to set the camera shutter on “auto-repeat,” let my hand (holding the camera) dangle down by my hip, and just snap away at random as I passed through the crowd, without really seeing what I was photographing. It was only later, after I uploaded the pictures at home, did I browse through these “crotch-cam” shots to see what I captured. Most of them were blurry and at odd angles, but they did present an interesting view of the Up Your Alley Fair from crotch level. And so I present for you here, without captions, a selection of crotch-cam highlights, snapped at random: 

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 
Hernia sufferer or practitioner of scrotal inflation? Only his doctor knows for sure. 

Piss Cop 

 
Hello, what’s this? A man seems to be urinating on someone’s leg. 

 
Why, he’s a New York City policeman. Or at least he’s dressed like one. 

 
Something seemed odd about the way the urine was coming out of his penis — it didn’t shoot out completely straight, but emerged in three seperate streams or dribbles. I went in for a closer look. 

 
Turns out the Piss Cop was a practitioner of a mild form of genital splitting, in which the urethra is cut open along the underside of the glans or penis. 

 
I didn’t notice until after looking at these pictures later that the man on the right already had urine-soaked pants from a previous incident (on the insides of his legs). 

 
I suppose his fetish must be “letting people walk up and piss on me.” 

Put the Bone In 

More window action: A naked guy (possibly the same one we saw earlier, or not — I couldn’t tell) appeared at a window overlooking the crowd holding a plastic bone in his hand. Can you guess where it’s headed? 

He probed for an opening. The crowd below shouted encouragements. 

 
This guy really takes the expression “getting boned” literally. 

Successful insertion was followed by some vigorous wanking. 

Windows 3.0 

In yet a third defenestration from the same building, a short time later another man ejaculated (or at least tried to ejaculate) out the window onto the crowd below, as partiers on a nearby balcony watched. I was pretty far away at the time, and took this photo with a zoom lens, so I couldn’t see exactly how things turned out, sperm-wise. 

 
And just to prove that this wasn’t some out-of-the-way corner with no one around: As you can see from this shot, the street below the windows was packed solid with people. 

Pleased to Meet You 

 
One of my “crotch-cam” shots captured the moment when one man walked up to another and introduced himself by bending down and…well, the picture explains it better than I ever could. I was standing just inches away when it happened. 

 
I stepped back and raised the camera to see what would happen next. The two new friends then engaged in a more traditional “San Francisco handshake.” 

 
After this introduction, he went down on his knees and got to business. 

Notice the sign for the beer booth in the background. In previous years, it would have said “MILLER BEER,” leading to some unfortunate photo opportunities (unfortunate from Miller’s perspective). They were wise to tone down the visibility of their sponsorship. 

Other photographers got interested as the action got hot and heavy. 

 
After a while, the recipient emitted some noises that seemed to indicate he was starting to have an orgasm. He raised his bag to block his face while this was happening. 

 
Luckily, in this case, the ejaculation remained well-contained inside a bodily orifice. 

If only more people followed your lead, I wouldn’t have to keep dodging out of the way of these precious bodily fluids! 

 
A parting kiss before we go on to Part 2… 


Click here to continue on and see Part 2 of this report. 







(Click here to return to the main zombietime page.) 

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Estrela de Hoolywood, Alec Baldwin, sente na pela a peserguição do Ativismo Gay que pôs fim ao seu programa.

Alec Baldwin culpa ativistas gays pelo fim de seu programa

Segundo ator, demitido após ter feito um comentário homofóbico, o fim da atração é resultado da ação da ‘ala fundamentalista da defesa gay’

Alec Baldwin de ‘30 Rock’ recebeu 15 milhões de dólares entre maio de 2011 e maio de 2012
Depois de demitido da emissora americana MSNBC por ter dado uma declaração homofóbica, o ator Alec Baldwin admitiu sua parcela de culpa, mas apontou outros responsáveis pelo cancelamento de seu programa, o talk-show semanal Up Late with Alec Baldwin. Em entrevista ao site Gothamist, o ator afirmou que a atração também chegou ao fim por causa da ação de ativistas gays.
“Você tem a ala fundamentalista da defesa gay – Rich Ferraro e Andrew Sullivan –, eles estão por aí e eles te pegaram. Esse é provavelmente um dos maiores feitos de Rich Ferraro. Eles acabaram com o meu programa. Mas eu preciso assumir alguma responsabilidade por isso”, disse Baldwin. Ferraro é o porta-voz do grupo americano Glaad, que luta pelos direitos de homossexuais, e Sullivan um jornalista que defende o casamento homoafetivo.
Up Late with Alec Baldwin foi suspenso pela MSNBC em 15 de novembro, após o ator ter perseguido um paparazzo que tentava fotografá-lo próximo ao seu prédio, em Manhattan, e ter disparado contra ele insultos homofóbicos. Nesta terça-feira, a emissora decidiu cancelar de vez o talk-show e demitir Baldwin.
De acordo com uma reportagem do site do jornal The New York Post, o ator também havia exigido um camarim diferente do que era utilizado por seus colegas de trabalho. Segundo o site, ao descobrir que a sala que desejava estava sendo usada por uma mulher com câncer, Baldwin gritou: “Não dou a mínima se ela tem câncer ou não. Quero aquele camarim.” Em entrevista ao Gothamer, o ator negou que soubesse sobre o câncer da mulher. “Me disseram que ela tinha alergia a algumas substâncias, ninguém me falou que ela tinha câncer e eu nunca disse que não me importava.”
Fonte: Veja
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Genoíno sente dor? E o rapaz de 17 que seu grupo Esquartejou vivo perante os pais?

Coronel Lício Augusto Maciel, que prendeu Genoíno durante a guerrilha do Araguaia, se emociona ao falar do jovem que o Grupo Terrorista de Genoíno Esquartejou vivo, na frente da sua família. São criminosos da mais alta periculosidade. Ele está sentindo “dores” no presídio? Que tal explicar a dor brutal que ele causou a esta família? Assista o depoimento do Coronel no Congresso na frente do José Genoíno. E compartilhe. O povo precisa saber a verdade.
Ricardo Ribeiro (Preso virtual da tirania do Facebook Comunista LGBT) http://www.youtube.com/watch?v=24EXH0swT2Q
Curta e Compartilhe nossa página atual: ESPERANÇA CONSERVADORA –Já que a tirania do Gaycebook removeu nosso página com mais de 2 milhões de visualizações mensais.
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PLC 122 é tirada de pauta é Gayzistas do Facebook se vingam removendo a página "Esperança Conservadora", revelando sua face ditatorial Analígna.

Capelão Ricardo Ribeiro: É com pesar que hoje comunico a todos vocês, que embora tenha havido uma vitória momentânea sobre o PLC 122 ao ser o mesmo retirado de pauta apenas, além de eu ter sido bloqueado por 30 dias, nossa página Marco Feliciano e Bolsonaro Esperança Conservadora, também foi sacrificada no Altar da Covardia e Vingança Gayzista. Eles REMOVERAM DE VEZ NOSSA PÁGINA DO AR. 
Tal é o seu ódio a Democracia e a prova de que de fato, assumiram de vez serem Ditadores da Ideologia Analígna. Agradecemos a todos, especialmente a cada moderador (a) que deram toda sua atenção, capacidade intelectual, apologética e patriótica e que contribuiram para o enobrecimento da mesma durante todo este tempo que esteve no Ar. Mesmo bloqueado, como sempre, não parei e usei muito o perfil de minha esposa que também foi penalizado. 
Usei o maior dos argumentos contra eles, seu próprio comportamento insâno ao fazer sexo nas ruas da California-USA, publicamente, nas cenas mais nefastas já vista na internet. Clique aqui para vê-las – Conteúdo + 18. O link remetia ao meu Blog que também está sob forte ataque e até o momento não sei de fato se permanecerá no ar. 
Enquanto isso, vamos estar lutando agora neste endereço também chamado ESPERANÇA CONSERVADORA, que preventiva e sabiamente foi criado por nossa irmã e amiga Anita Arns:
Abraço a todos e, PELA PÁTRIA TUDO, SEM NOSSO DEUS, NADA!
Ricardo Ribeiro.

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Deputado Federal Marco Feliciano conclama a Nação Brasileira a Protestar contra o PLC 122 que dará direito dos Supremacistas Gayzistas pisarem os Cristão e até Homossexuais que discordem deles.

ATENÇÃO: VAMOS NOS MOBILIZAR PARA IMPEDIR A APROVAÇÃO DO PLC 122, QUE CRIMINALIZA A OPINIÃO CONTRA A PRÁTICA HOMOSSEXUAL

Na próxima quarta-feira (20) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 poderá ser votado no Senado Federal. O senador Paulo Paim (PT-RS) entregou à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) seu substitutivo ao Projeto de Lei.
O torna crime a opinião contrária à homossexualidade e pune quem se manifestar contra um gay. Compareça ao Senado e leve cartazes com os dizeres: “Não ao PLC 122!”. Vamos nos manifestar contra este famigerado Projeto de Lei.
Ligue para 0800 621 211 e peça para os senadores da Comissão de Direitos Humanos se manifestarem contra o PLC 122, sob pena de não reelegermos os Senadores que aprovarem tal projeto de lei.
Paulo Paim deu parecer favorável ao substitutivo e apesar de incluir no Projeto a “proteção ao direito dos religiosos”, acrescenta as palavras “orientação sexual” e “gênero”. Com o acréscimo das palavras o texto não só desconstrói os valores da sociedade brasileira, como também abre precedente para a proteção ao crime de pedofilia.

Encaminhe uma mensagem ao relator do Projeto de Lei: paulopaim@senador.gov.br.
Segue a lista com contato de cada senador:
ana.rita@senadora.gov.br;
martasuplicy@senadora.gov.br;
paulopaim@senador.gov.br;
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br;
crivella@senador.gov.br;
simon@senador.gov.br;
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br;
sergiopetecao@senador.gov.br;
paulodavim@senador.gov.br;
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br;
gim.argello@senador.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br;
marinorbrito@senadora.gov.br

“Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (Provérbios 29.2)

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Até Homossexuais se sentem ameaçados e são contra o PLC 122 que será votado na próxima Quarta-Feira – Convoque sua Igreja e pressione seus Senadores a dizer Não!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Nem os gays podem estar livres do PLC122/06.

Alguns ditos “cientistas”, imbecis de faculdade e filósofos de boteco, criaram agora uma “conceituação científica” para determinar o que é “homofobia internalizada”. Vejam como pode acabar funcionando para colocar na cadeia os próprios gays!
Faça o download do “artigo” e leia-o:
Medindo a homofobia internalizada: A validação de um instrumentohttp://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v23n3/v23n3a10.pdf
É até preferível arriscar a divulgar essas coisas e colocar meus comentários para ver se mais alguém enxerga as coisas da mesma forma que eu. Primeiro vem alguém e diz que existe a tal da homofobia (eu prefiro a palavra preconceito). Depois fala que existe homofobia internalizada. O próximo passo será a oferta de tratamento a estas pessoas supostamente doentes. 
Como o PLC122/06, se convertido em lei, pode deixar de receber o apoio de uma parcela significativa da própria população homossexual, então nada mais lógico do que caracterizar os seus críticos como pessoas que sofrem de “homofobia internalizada”, 
O cidadão que não se informou adequadamente no momento da tramitação da proposta sobre todos os pontos do PLC 122/06, ou que não antecipou suas conseqüências nefastas, pode mudar seu posicionamento diante da questão com o passar do tempo. 
Por exemplo, nos EUA, a aprovação da política “Don’t Ask, Don’t Tell” chegou a ser aplaudida por diversos grupos de homossexuais; hoje, porém, existe um consenso de que esta lei foi uma das coisas mais prejudiciais aos homossexuais americanos. Inicialmente, havia a compreensão de que todo homossexual poderia exercer suas funções como militar nas forças armadas americanas desde que não informasse sobre sua orientação sexual, ao passo que as forças armadas também não questionariam ninguém sobre “preferência sexual”. Na prática, porém, se um militar homossexual for “descoberto”, considera-se que o mesmo não “escondeu direito” sua homossexualidade. Assim, tem início uma investigação, que normalmente acaba culminando na expulsão do militar gay. Tal política é tão excessiva que nem mesmo Ronald Reagan, Richard Nixon ou Dwight Einsenhower, tidos como conservadores “chatos”, seriam capazes de pensar em algo semelhante. Uma lei como esta tinha que vir de Bill Clinton, tido como um “gay friendly”.
Voltando ao assunto, agora eu pergunto: qual o critério para se determinar o que é realmente “homofóbico”? 
Não há nenhum militante dentro do movimento gay capaz de responder de forma objetiva a esta pergunta. Suponha que uma personalidade pública faça uma piada sobre homossexuais ou algum comentário que possa ser entendido como depreciativo ou apenas ideologicamente divergente. Um pequeno grupo de homossexuais altamente organizados, bem financiados e muito poderosos (contando com apoio da mídia e dinheiro público) pode então receber tal discurso dizendo: “não gostei”. Entenderam? Este é o critério para se determinar o que é homofobia ou não.
E como isto pode representar um perigo inclusive para os próprios homossexuais? Ora, basta que um homossexual diga algo contrário à “consciência coletiva” dos gays organizados para ser enquadrado como um sujeito que sofre de “homofobia internalizada”. Por exemplo, um homossexual que não seja efeminado, ou não goste de usar roupas extravagantes ou não tenha um comportamento social suficientemente bizarro, ou seja, que não faz parte do “modelo de gay” imposto por essa militância homossexual, então o sujeito sofre de “homofobia internalizada”. 
Neste “artigo científico” citado anteriormente, podemos ver claramente alguns desses “critérios”. Se você se encaixa em um desses “parâmetros”, então você sofre, segundo os autores, de “homofobia internalizada”. Os comentários em vermelho são meus.
Escala de “avaliação” da “homofobia internalizada”
1. Sinto muitas vezes que é melhor evitar um envolvimento pessoal ou social com outros homens gays ou bissexuais. (Ou seja, se você evita um sujeito, mesmo ele sendo repugnante e asqueroso você é homofóbico).
2. Já tentei deixar de me sentir atraído por homens em geral. (Ainda estou para conhecer um gay que não tenha pensado nisso).
3. Se me dessem a oportunidade de ser completamente heterossexual, eu aceitaria. (E quem não aceitaria?).
4. Quem me dera não ser gay/bissexual.
5. Sinto-me alienado de mim próprio porque sou gay/bissexual. 
6. Gostava de poder desenvolver mais sentimentos eróticos por mulheres.
7. Sinto que ser gay/bissexual limita-me a nível pessoal.
8. Gostaria de arranjar ajuda profissional para poder mudar a minha orientação sexual de gay/bissexual para heterossexual.
9. Já tentei sentir mais atração sexual por mulheres.
Outro método de “avaliação”
1. Homens homossexuais obviamente efeminados fazem-me sentir desconfortável (E me fazem sentir desconfortável, isso não tem nada a ver!).
2. Prefiro ter parceiros sexuais anônimos (Tem gente que gosta!).
3. A vida seria mais difícil se eu fosse heterossexual.
4. A maioria dos meus amigos é homossexual/bissexual.
5. Não me sinto confiante para me “atirar” a um homem (Ou seja, se você não tem um comportamento abertamente PROMÍSCUO, então você sofre de homofobia internalizada).
6. Sinto-me confortável em bares gay.
7. Situações sociais com homens gays fazem-me sentir desconfortável.
8. Não gosto de pensar na minha homossexualidade/bissexualidade.
9. Quando penso em homens homossexuais/bissexuais, penso em situações negativas.
10. Sinto-me confortável ao ser visto em público com uma pessoa explicitamente gay.
11. Sinto-me confortável ao falar sobre homossexualidade num local público (Se você é um cara reservado, você sofre de “homofobia internalizada”).
12. É importante para mim controlar quem sabe da minha homossexualidade (Idem acima).
13. A maioria das pessoas tem reacções negativas à homossexualidade.
14. A homossexualidade não é contra a vontade de Deus.
15. A sociedade ainda pune as pessoas por serem gays ou bissexuais.
16. Eu protesto se contarem alguma piada contra homossexuais na minha presença (Que coisa ridícula).
17. Preocupo-me com o meu envelhecimento sendo homossexual/bissexual.
18. Preocupo-me com o deixar de ficar atraente.
19. Preferia ser mais heterossexual.
20. A maioria das pessoas não discrimina os homossexuais.
21. Sinto-me confortável com a minha homossexualidade/bissexualidade.
22. A homossexualidade é moralmente aceitável.
23. Não estou preocupado com que descubram que sou gay/bissexual.
24. A discriminação dos homossexuais ainda é comum.
25. Mesmo que pudesse mudar a minha orientação sexual, não mudava.
26. A homossexualidade é tão natural como a heterossexualidade.

Olhe abaixo a prova da real ameaça dos Gayzistas através deste projeto totalitário que visa retirar as liberdades individuais dos Brasileiros fingindo defender os Homossexuais, que acima, já revelaram também sua preocupação. E não esqueçam que tudo isso é projeto do PT, cujos líderes acabaram de ser presos pelo Mensalão que foi o maior roubo da história deste país. Eles me bloquearam pela 17ª vez no Facebook cujos donos são Ativistas Gays ligados a Baraque Obama, o Presidente que está acabando com os EUA. 
                                                                                    

  De acordo com a revista norte-americana “Advocate”, que publicou uma lista com os principais líderes LGBT com menos de 40 anos, o co-fundador do Facebook, Chris Hughes e o namorado Sean Eldridge, encabeçam a lista.

Chris tinha 19 anos e estudava em Harvard quando, junto com outros três amigos, fundou o Facebook. Quatro anos depois, já formado, ele se mudou para a Califórnia e com os sócios tornaram a rede social um dos fenômenos dos tempos atuais.

Agora, aos 27 anos, Hughes não está mais envolvido com o Facebook, exceto como usuário e um dos principais acionistas, o que lhe rendeu uma fortuna.

O casal, que se conheceu em 2005, tem esperança de se casar em Nova York. Por conta de sua participação de pouco mais de 1% no Facebook, Chris Hughes tem um patrimônio líquido de US$ 700 milhões, o que o torna o gay mais rico do mundo com menos de 30 anos.

Fonte: Gay1
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